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sexta-feira, 21 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A Canção do Futuro


Quando a sintonia acaba
Mesmo o salto permanece
Quando pinto o negro de seus olhos
Mesmo sem a força do brilho
Um sorriso fortalece.

Quando a grande lua aparece
Mesmo distante estremeço
Quando implico pelo grito
Mesmo ausente de toda raiva
Um sorriso se desfaz.

Quando imagens me apraz
Mesmo deitado em minha rede
Quando caminho na areia
Mesmo rodeado de estranhos
Encontro alguma paz.

Quando o vento sopra forte
Mesmo no alto de minha janela
Quando o parque está lotado
Mesmo meu filho fazendo parte
Procuro alguma paz.


Isaac Medeiros
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A Canção do Futuro de Isaac Medeiros é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Baseado no trabalho em http://intellegere-verbatim.blogspot.com.br/2013/06/a-cancao-do-futuro.html.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Hoje


Hoje eu desejo falar de amor
Hoje eu quero apenas falar de paixão
Hoje a vida parece ter mais sentido

Hoje até estar inupto me faz rir
Hoje meu preceptor me iluminou
Quem sabe hoje eu estaria salvo

Hoje tudo que era preto está branco
Hoje o que era carmim parece azul
Hoje meus temores ainda não se manifestaram
Nem as minhas dúvidas

Hoje meu pequeno coração é algo muito grande
Por isso que estar apertando tanto meu peito
Hoje estou com você, mas de forma contida

Você também está comigo
Ou será essa canção?
Amanhã quem sabe?

Porém o amanhã não pertence a você
Muito menos a mim
O amanhã pertence a Deus.


Isaac Medeiros.
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Hoje de Isaac Medeiros é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
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domingo, 28 de abril de 2013

Ela me faz


À Deisiane Cavalcante

Brilhou uma lua
Em nossa cama nua
Sorria.

Viu cair, o medo partiu
De perto eu não saí
Outro alguém sobrará
Imagino teu repouso
Com parte de teu tesouro.

Sorriso no escuro.
Intervalo do mundo.
Não sou obscuro
Lá, fundo
E no final o silêncio
Sorrio por não saber.


Isaac Medeiros.
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Ela me faz de Isaac Medeiros é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sorrisos


Vejo diversas partes do pouco.
Minha pele em rugas me entristece.
Sou um pálido.
Quero atirar uvas sobre pequenos macacos.
Eu sofro o mesmo de ontem.
Choro o vazio eterno de um não.
Entre sorrisos escondem as maldades.
Subi na escada de um moço em desafio.
Tudo isso me mantém em pedaços.
O meu silêncio é de ruídos.


Isaac Medeiros.
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Com base no trabalho disponível em http://intellegere-verbatim.blogspot.com.br/2013/04/sorrisos.html.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Felicidade


Não conheço o significado de felicidade
Talvez por isso queimar mato verde fresco
E acordar às seis da manhã
Pra correr atrás de bode magro
Traga tanto ânimo.

Para que sentir nostalgia pela felicidade de ontem
Quando você pode ser mais feliz amanhã?
Hoje passei perto desse sentimento misterioso
Mas ainda parece distante.

É como ver a seleção de Dunga jogar um futebol pragmático
Mas comemorar dois belos gols ao lado da silenciosa Jack.
A lógica do tempo age sobre o esplendor das relações cósmicas da vida
Não esqueçamos que é possível mudar.


Isaac Medeiros
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quinta-feira, 28 de março de 2013

Madrugada


Ouvindo Duas caras e Estático
A mente nesse instante pira
E não sei ao certo o que estou fazendo.

A vida não passa de uma grande confusão
Queria uma família que se comportasse
Parecido com aquilo que desejo.

Não consigo elevar minhas capacidades
Porque não consigo ficar distante deles
E amo tão profundamente.

Suporto qualquer que seja suas lamúrias
Desapontamentos e brigas
“Não vale mesmo a pena não”.


Isaac Medeiros
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quarta-feira, 27 de março de 2013

Independência



Inicio de um novo tempo interior
Tempo de autoeducação
Quem sabe futura autorealização
E isso só pode ser percebido no simples
No “bom dia” das manhãs aos sorrisos das noites.
No feriado de Semana Santa
O amor de Jesus Cristo pelo povo
O amor de uns pelos outros.


Isaac Medeiros
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Mesa artificial


Quando não estiver
E não esteja
É porque estou, quando
Esteve você
Que não está
Quando estaria
Estiveste agora
Lendo.


Isaac Medeiros.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Para Um Mártir

Entre um muro,
Entre um furo,
Entre a bolsa velha,
Entre teu cheiro,

Entre os raios amarelos
A sujar o medo,
Pois o riso envenena
Tapetes pequenos,

Entre rios, sim
É o fim
O largo selvagem

Ela me disse baixo
E não me espanto
Nunca e uma tarde.


Isaac Medeiros
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